Quem transporta agrotóxicos tem uma árdua missão: adotar medidas preventivas para evitar acidentes ou diminuir os riscos de acidente e ainda cumprir as obrigações conforme a lei de transporte de produtos perigosos. O desrespeito à legislação ocasiona multas tanto ao que vende como àquele que transporta. O agricultor na hora da compra deve se informar, junto ao revendedor, das características e perigos causados pelos produtos que transporta. Em suma, o agricultor precisa saber:
1. quais os cuidados no transporte do produto;
2. se a nota fiscal está corretamente preenchida conforme a legislação de transporte de produtos perigosos;
3. se a "ficha de emergência" e o "envelope para transporte" acompanham a nota fiscal;
4. se os produtos estão dentro dos "limites de isenção".
Grupo I - tóxicos - até 5 kg ou litros;
Grupo II - tóxicos - até 50 kg ou litros;
Grupo III - Nocivos - até 100 kg ou litros.
Se a carga estiver acima do limite de isenção, o transporte deverá ser feito por uma empresa preparada e habilitada para cumprir a legislação. Além disto, o veículo deverá levar rótulos de riscos, placas de segurança, e um kit de emergência contendo equipamentos de proteção, cones, pá, ferramentas, placas de sinalização, lanterna, etc.


Como proceder no caso de vazamentos ou acidente?
Isto é um assunto que ninguém quer passar, mas que pode acontecer. Neste caso, o veículo deve ser parado, e o motorista verificar o que aconteceu. Não acenda fósforo, não fume, não coma, não beba durante o processo de limpeza que deverá ser procedido. Antes, o motorista deve vestir o seu equipamento de proteção individual para depois sinalizar a área com cones, cordas, placas de sinalização - PERIGO. AFASTE-SE. A ficha de emergência deve ser verificada, seguindo as orientações nela contidas. O produto derramado deve ser estancado para evitar que atinja rios, córregos, a rodovia, e recolhido para descartá-lo em locais apropriados. A presença de pessoas, crianças, deve ser afastada. O revendedor deve ser contatado, e o veículo jamais abandonado, sem a presença da pessoa habilitada.
Fonte consultada e imagens aqui mostradas - ANDEF - Associação Nacional de Defesa Vegetal.
Caro Colega
ResponderExcluirComo proceder no caso de vazamentos?
São outros os vazamentos que também logo ocorrem,uns noticiados,outros não,muito em especial por essas plataformas oceânicas,alguns com ar de grande catástrofe. O que vale é o poder que a natureza tem para se recompor,mas há muito mexilão que sofre,e tem de calar,que mais não pode.
Desculpe a deriva,Caro Colega,e muito boa saúde.
Caro Colega
ResponderExcluirComo é bem sabido,os solos retêm,no geral,fortemente,
o fósforo dos adubos,pelo que grande parte do que se aplica fica imobilizado,por via,sobretudo,de compostos de ferro. Ora,é conhecido haver bactérias,e fungos,capazes de produzir agentes quelatizantes do ferro,os chamados sideróforos. O seu concurso poderá,
assim,aumentar a mobilização de fósforo ligado ao ferro,com implicações favoráveis na economia das adubações,tanto mais que se trata de um nutriente chave,com reservas a sumirem-se. E é consolador ver na web como esta promissora linha de investigação está a ser explorada aí,no Brasil.
Pedindo desculpa por tão inoportuna intervenção,
muito boa saúde,Caro Colega.