Às vezes nos perguntamos como podem as florestas crescerem num solo ácido, pobre em nutrientes e manterem um grande vigor. As plantas precisam de nutrientes para se desenvolver e produzir grãos e frutos. Onde as árvores vão buscar estes nutrientes? Seria através das fertilizações feitas pelo produtor? É muito raro as florestas nativas serem adubadas com fertilizantes minerais. Ora, onde as florestas se desenvolvem existem folhas caídas na superfície do solo, madeira morta, galhos na camada de 0-20 cm, que são ricos em carbono (C) e nutrientes. Estes nutrientes foram
Assuntos técnicos sobre fertilidade do solo, análise do solo, interpretação análise do solo, adubação, calagem, culturas em geral, fertilidade do solo, meio ambiente e agricultura sustentável.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Ciclagem de Nutrientes, Bom para o Solo e Plantas
Às vezes nos perguntamos como podem as florestas crescerem num solo ácido, pobre em nutrientes e manterem um grande vigor. As plantas precisam de nutrientes para se desenvolver e produzir grãos e frutos. Onde as árvores vão buscar estes nutrientes? Seria através das fertilizações feitas pelo produtor? É muito raro as florestas nativas serem adubadas com fertilizantes minerais. Ora, onde as florestas se desenvolvem existem folhas caídas na superfície do solo, madeira morta, galhos na camada de 0-20 cm, que são ricos em carbono (C) e nutrientes. Estes nutrientes foram
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Interpretação das Relações entre Ca, Mg, K do Solo
Os cátions básicos são o cálcio (Ca²+), o magnésio (Mg²+) e o potássio (K+). Eles são importantes no processo de nutrição das plantas e a interação entre eles é fundamental, em termos de favorecer ou inibir a absorção pelas plantas. O cálcio em excesso inibe a absorção de magnésio e vice-versa. O cálcio e o magnésio são adicionados, principalmente, pelo calcário. Quando a relação Ca/Mg está baixa, ela pode ser aumentada pela aplicação de um calcário calcítico. Se está alta, pode-se regulá-la pela aplicação de um calcário com alto teor de magnésio ou uma fonte de magnésio. Já comentamos em publicações quanto de cálcio e de magnésio é adicionado
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Resposta da Planta à Aplicação de Potássio
A produção brasileira de grãos vem aumentando significativamente nos últimos anos. Esta evolução é decorrente da fertilização das lavouras, fato este que é comprovado pelo aumento no consumo de fertilizantes, a cada ano. Os solos brasileiros se caracterizam por serem ácidos, pobres em nutrientes, baixa Capacidade Total de Cátions, etc, que exigem um melhor manejo para promover aumento de produtividade das culturas. A coleta de amostra de solo, nas áreas exploradas com lavouras econômicas, é o primeiro passo para uma agricultura com eficiência e sustentável. A calagem neutraliza a acidez do solo e cria condições favoráveis para a
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Alumínio, o Inimigo das Plantas
Quanto maior for o teor de argila 1:1, as caulinitas, maior é a presença de Al+3 . São argilas com baixa CTC e cargas dependentes de pH. O alumínio faz parte de suas camadas e, na decomposição destas argilas, ele é liberado e permanece na forma trocável deslocando os íons H+ adsorvidos no solo ou pode ir diretamente para a solução do solo. Na solução do solo, sendo absorvido pelas plantas, causa sérios problemas para o desenvolvimento do sistema radicular das plantas, quando ultrapassa percentagens toleradas na CTC do solo. É o chamado Al+3 tóxico. Quando a percentagem de saturação por alumínio (m) passa de 20% é considerada
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Percentagens de Saturação de Cátions na Fertilidade do Solo
Muito se pergunta sobre os diversos cálculos para conhecer as percentagens de saturação dos cátions trocáveis encontrados na Capacidade de Troca de Cátions - CTC a pH 7.0, da percentagem se saturação por bases ou V% e a percentagem se saturação por Alumínio (Al³). São cálculos importantes para se conhecer o nível de fertilidade de um solo. A população mundial está crescendo. A produção de alimentos deverá ter um acréscimo significativo para fazer frente a este crescente da população. Para produzir mais é necessário práticas agrícolas sustentáveis
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Calagem e Adubação do Eucalipto
As áreas de Eucalipto estão situadas em solos que apresentam baixa fertilidade, portanto, pobres em nutrientes. A importância de adubar é imperativa. Vai depender de região para região, de solo para solo, das condições climáticas, etc. As espécies florestais estão sendo produzidas com maior potencial genético de produção em relação aos solos de baixa fertilidade. Se estes solos forem adubados corretamente e mais o potencial genético de produção das espécies florestais, a resposta à adubação será satisfatória e com incrementos de produtividade. Então, o primeiro passo do produtor florestal é conhecer a fertilidade do solo onde vai ser implantado
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Integração Lavoura-Pecuária-Floresta gera Agricultura Sustentável
A agricultura sustentável é baseada em três pontos fundamentais adoção de práticas produtivas, elevar a renda do produtor rural, melhorando a sua qualidade de vida, e proteção ao meio ambiente. Os Sistemas Agroflorestais, ou seja, áreas com lavouras, pecuária e florestas, estão dentro deste contexto de uso sustentável do solo. O Brasil possui uma extensa área de degradação e baixa produção de forragens. Como resultado disto, encontramos baixa produção de leite e carne, a presença da monocultura em solos ácidos e com baixo teor de nutrientes que se traduz
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Alternativa para Aumentar a Eficiência da Absorção de Nitrogênio
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Ureia recoberta com enxofre |
O nitrogênio (N) é um dos principais nutrientes exigidos pelas plantas. As adubações nitrogenadas são muito utilizadas, tanto na hora do plantio como na cobertura. Estes fertilizantes são responsáveis por aumentarem o custo de produção da lavoura. Mas são necessários e importantes para fornecerem nitrogênio para as plantas.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Adubação Verde, Fonte de Nutrientes para as Plantas
Na agricultura, a utilização da adubação verde tem uma importância muito grande na melhoria da fertilidade do solo. Os nutrientes das camadas profundas do solo são trazidos para as camadas menos profundas, para a camada arável. Tudo isto graças ao sistema radicular profundo das plantas utilizadas como adubo verde. "A adubação verde vem a ser a utilização de plantas, principalmente as leguminosas, que cobrem o solo e têm a propriedade de adicionar matéria orgânica, reciclar nutrientes e fixar o nitrogênio (N) do ar". Esta prática tem grande validade quando se pensa
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Parâmetros para Avaliação dos Resultados Análises de Solo
Foi proposto por Souza & Lobato (2004), para solos de Cerrado, parâmetros analíticos para avaliar a coerência dos resultados de análises de solos. As amostras de solo devem ser bem coletadas para expressar, com as maiores possibilidades, a real situação da fertilidade do solo. Uma média da amostra coletada, de vários pontos da lavoura, é enviada ao laboratório para o procedimento das análises de nutrientes. Se a amostra enviada não é condizente, pela má coleta, os resultados também o serão. Com esta tabela
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Análise do Extrato de Saturação do Solo
O extrato de saturação do solo nada mais é do que a solução do solo. A solução do solo, além de fornecer água para as plantas, carrega os nutrientes necessários às plantas e essencial para as trocas entre as raízes e a parte sólida do solo. Coletadas as amostras, elas são enviadas ao laboratório de análise do solo. Lá, é adicionada água ao solo até atingir o ponto máximo de saturação, obtendo-se uma pasta ou "pasta de saturação". A quantidade de água depende da textura do solo. Solos
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Interação entre os Nutrientes das Plantas
Antagonismo é quando um nutriente diminui a absorção do outro, podendo até diminuir a toxidez de um deles.
Inibição, quando a presença de um nutriente em excesso inibe a absorção
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Repondo os Nutrientes pela Adubação Orgânica
O produtor rural, antes de utilizar os resíduos, deve fazer uma análise dos mesmos para ter uma ideia da concentração de macro e micronutrientes, bem como o teor de água. A concentração de nutrientes é expressa em matéria seca (MS). O material é seco em estufa a 65 ºC.
Os estercos sólidos e os resíduos orgânicos com muita fibra apresentam altos teores na relação C/N e menor quantidade de nutrientes minerais. Por isto, decompõem mais lentamente no solo e liberam menor quantidade de nutrientes para as plantas. Entretanto, são ótimos para o acúmulo de
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Aproveitamento de Resíduos Orgânicos no Meio Rural

terça-feira, 23 de outubro de 2012
Recuperação de Solos Salinos e Sódicos
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Afloramento de sais |
Os solos salinos se caracterizam por apresentarem manchas (solo desnudo), problemas físicos e químicos que contribuem, desfavoravelmente, para o crescimento das plantas e, consequentemente, diminuição da produtividade. Aqui se incluem os solos sódicos que apresentam pH maior que 8,5 e grande concentração de sódio (Na) trocável adsorvido aos coloides, tornando-se um solo com dificuldades imensas para ser trabalhado e, também, impermeável. A água de irrigação contém sais solúveis e seu manejo inadequado pode provocar a salinização, ou seja, uso constante, quantidade insuficiente para lixiviação dos sais e uma
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Cálculo de Mistura de Fertilizantes

terça-feira, 16 de outubro de 2012
Como Converter dag/kg em g/kg e Vice-Versa
Na interpretação da análise do solo, análise foliar, compostos orgânicos nos deparamos com a expressão de unidades como dag/kg, g/kg, mg/dm³, mg/kg, mg/L, etc. Muitos ainda têm dúvidas como fazer a conversão destas unidades. Por exemplo, o teor de argila nos é dado em dag/kg ou g/kg. Ora, dag/kg vem a ser a antiga %. Outras vezes, a matéria orgânica e outros constituintes do solo são espressos em g/kg. Daí, surgem dúvidas como transformar dag/kg em g/kg ou vice-versa. A Tabela Unidades de Massa, aqui anexada, nos ajuda a fazer a conversão.
Por exemplo: um solo apresenta 640 g/kg de argila. Quanto corresponde em dag/kg ou %. Na tabela, observamos que dag/kg = 10 g/kg ou g/kg = 0,1 dag/kg. Sendo assim, teremos:
640 g/kg x 0,1 = 64 dag/kg ou 64% de argila.
A análise do solo apresenta 2,5 dag/kg de matéria orgânica ou 2,5%. Convertendo em g/kg, pela tabela observamos que dag = 10 g. Logo 2,5 dag/kg x 10 = 25 g/kg de matéria orgânica. Da mesma maneira, pela tabela,
dag = 10000 mg
mg = 0,0001 dag
g = 1000 mg
mg = 0,001 g
LEIA: Transformar resultados analíticos de solos
ATUALIZAÇÃO em 31.05.2013
Como transformar dag/kg e g/kg em kg/ha ou t/ha
dag/kg x 10 = g/kg
g/kg x 2.000 = kg/ha
g/kg x 2 = t/ha
Exemplo: transformar 3 dag/kg em kg/ha e t/ha
3 x 10 = 30 g/kg
30 g/kg x 2.000 = 60.000 kg/ha
30 g/kg x 2 = 60 t/ha
O leitor pode obter mais informações sobre conversões de unidades acessando os artigos abaixo:
Interpretação da análise do solo - cmolc e mg/dm³
Como converter unidades antigas do solo
Interpretação da análise do solo - conversão de unidades
onverter cmolc de K, Ca, Mg e Na em mg/dm³ e kg/ha
Interpretação da análise do solo - cmolc e mg/dm³
Como converter unidades antigas do solo
Interpretação da análise do solo - conversão de unidades
onverter cmolc de K, Ca, Mg e Na em mg/dm³ e kg/ha
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Transformar Resultados Analíticos de Solos
As conversões de unidades da análise do solo, as transformações dos resultados analíticos do solo são questões mais envolventes entre aqueles que lidam com os resultados de análise do solo e nas recomendações de adubação. Como transformar % de macro ou micro nutrientes para mmolc/dm³ e para mg/dm³. Estamos disponibilizando uma tabela de transformações dos resultados analíticos do solo, encontrada na literatura, e que irão ajudar muito àqueles que trabalham nesta área. Mas, vamos
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Perdas de Nutrientes pelas Queimadas
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Foto: rondoniaovivo.com |
As queimadas trazem sérios prejuízos ao solo e à agricultura. Embora exigida liberação para execução das queimadas controladas, isto significa que elas são permitidas. As queimadas causam danos à fertilidade do solo - empobrecendo-o em nutrientes, ao meio ambiente, à saúde pública, aos animais e à vegetação. Temos duas Leis de Crimes Ambientais: uma relacionada aos crimes ambientais contra a flora e a outra contra a fauna. Permitem-se e autorizam-se queimadas contra duas leis que protegem a fauna
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Armazenagem dos Fertilizantes na Propriedade Rural
Pilha mal formada de sacos de fertilizantes |
Ainda se vê no campo ou em galpões, fertilizantes ensacados ou abertos, expostos à umidade, ao sol, ao calor, deteriorando suas propriedades físicas e químicas. Nestas condições, as perdas de nutrientes ou reações químicas que se verificam, contribuem para diminuir ou, mesmo, anular, a eficiência dos fertilizantes. Pode-se armazenar sacos de fertilizantes a céu aberto, mas cuidados devem ser tomados para impedir a deterioração e
terça-feira, 2 de outubro de 2012
O Manejo dos Fertilizantes Nitrogenados Aumenta Eficiência no Solo
Uma das fontes de nitrogênio para o solo são as leguminosas. Estas espécies têm a propriedade de fixar o N do ar, através das bactérias do gênero Rhysobium que vivem em simbiose com as raízes das plantas. Na época de florescimento das leguminosas, elas devem ser cortadas e incorporadas ao solo. Existem bactérias fixadoras específicas para o feijão, soja, trevos, etc. Hoje já existem bactérias fixadoras para gramíneas como o milho, trigo. É a fonte mais barata de incorporar nitrogênio no solo, pois o
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Leitura do pH do Solo em Água e Cloreto de Cálcio
Os métodos de determinação do pH da acidez do solo são os mais variados. Existem laboratórios que fazem a determinação em pH em água, outros pH em CaCl2 0,01M. O Rio Grande do Sul e Santa Catarina utilizam o método SMP. O pH em água foi considerado durante muito tempo como o método padrão. O pH em água indica a acidez ativa. Portanto, surgiu o problema de que os ácidos fracos contidos no solo não apareciam na determinação do pH em água. Além disto, como as amostras de solo chegavam úmidas aos laboratórios, a concentração
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Leitor Explica como Regularizar Motosserras em MG

terça-feira, 25 de setembro de 2012
Cálculo das Necessidades de Calagem e Gessagem no Perfil do Solo
Já abordamos dois métodos de calcular a necessidade de gessagem recomendados pela Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Minas Gerais- CFSEMG, que podem ser visualizados acessando os artigos seguintes:
Um terceiro método está em função da necessidade de calagem (NC) que
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Poder de Neutralização e Reatividade do Calcário
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Fonte: agronomiacomgismonti.blogspot.com |
Para neutralizar a acidez do solo é comum a utilização de calcário. Num solo ácido, com pH menor que 5.6, as plantas não desenvolvem bem e sofrem com a ação do Al³+ tóxico. A partir do pH 5.5, quando não deve mais existir alumínio tóxico no solo, esta disponibilidade começa a aumentar. Por isso, a melhor faixa de pH para o desenvolvimento das plantas está na
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Cálculo da Gessagem em Função do Fósforo Remanescente
Alguns laboratórios de análise de solo estão avaliando os teores de fósforo remanescente (Prem). Em Minas Gerais é uma prática comum e recomendada. É claro que o produtor deve solicitar a análise do teor de Prem. A determinação do Prem tem sido usada para recomendação de calagem e gessagem. Este método substitui o cálculo da gessagem em
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Quantidade de Calcário em Função da Área, Profundidade e PRNT
Feita a análise do solo, o resultado fornecerá os teores de nutrientes e o pH do solo. Se o pH é baixo, temos que realizar a calagem já que no solo há uma limitação na disponibilidade de nutrientes, fixação do fósforo e a presença de alumínio (Al³+) tóxico para as plantas. Nestes solos, as plantas possuem um sistema radicular pouco desenvolvido, tanto em área como em profundidade. Nestas condições, as plantas têm dificuldade de buscar
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Goiabeira - Parte 3 - Adubação de Produção
Continuando com a nossa série de postagens sobre a cultura da goiaba, vamos abordar, neste artigo, a recomendação de adubação de produção, a utilização da fertirrigação e o uso de micronutrientes. Já comentamos, em postagens anteriores, sobre a calagem na implantação de um pomar de goiabeiras, adubação na cova. por ocasião do plantio, adubação de formação e utilização da fertirrigação. Estes artigos, os leitores poderão
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Goiabeira - Parte 2 - Adubações de Plantio e Formação
Na Parte 1 sobre goiabeira abordamos sobre calagem e noções de adubação com resultados alcançados pelos órgãos de pesquisa. Esta postagem pode ser visualizada acessando o link abaixo:
Goiabeira - Parte 1 - Noções de Calagem e Adubação
.
No artigo presente analisaremos as adubações de plantio e de formação da
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Goiabeira - Parte 1 - Noções de Calagem e Adubação
A goiabeira é uma planta muito tolerante à acidez do solo, mas desenvolve bem em solos com percentagem de saturação por alumínio, ou seja, m = 5%. Do ponto de vista comercial é uma planta que exige uma aplicação adequada de nutrientes. Na cultura da goiabeira, a fertirrigação é o sistema mais utilizado para levar, junto com a irrigação, os nutrientes através da aplicação de fertilizantes. A goiaba é uma planta rica em vitaminas A e C, em teores maiores
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Goiabeiras na propriedade de Jô Cordeiro em Guadalupe - Piauí |
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Cálculo da Gessagem em Função do Teor de Argila do Solo

terça-feira, 28 de agosto de 2012
Calcular Quantidade de Adubo por Sulco e Cova
A adubação das culturas com fertilizantes é um dos passos a serem tomados pelo produtor, no planejamento dos custos, a fim de conquistar ótimas produções que vão lhe render lucro. Mas, para isto, a coleta de amostra de solo torna-se um fato muito importante, pois sem análise do solo o produtor não tem condições de avaliar a fertilidade do solo, em questão de acidez e deficiência de nutrientes. A acidez deve ser neutralizada com a calagem. As deficiências de nutrientes devem ser
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Cálculo da Fertirrigação em Canteiros de Hortaliças
A dosagem das misturas de fertilizantes para aplicação em hortaliças, através da fertirrigação, exige um maior número de cálculos, pois se está trabalhando com canteiros. As recomendações da quantidade de fertilizantes, baseadas na análise do solo e nas tabelas oficiais de cada região, é em kg/ha. Muitas vezes, a soma da área de todos canteiro é menor que um hectare que corresponde a 10.000 m². Torna-se necessário
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Por que se Aplica mais Fertilizante Fosfatado no Solo?
Já vimos que as plantas necessitam de dezesseis nutrientes para crescerem e produzirem grãos e frutos. Estes nutrientes devem estar em quantidades suficientes para manterem um perfeito equilíbrio entre eles e, assim, satisfazerem as necessidades das plantas. Se apenas um dos nutrientes estiver em quantidade deficiente, ele compromete toda a produção da planta. A produtividade da planta fica limitada ao nutriente em menor quantidade - é a Lei do Mínimo, de Liebig. O trio NPK são os
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Cálculo da Mistura de Fertilizantes na Fertirrigação
O cálculo das quantidades de fertilizantes que devem ser aplicados no sistema de fertirrigação é muito importante para evitar doses excessivas que podem salinizar o solo, serem tóxicas às plantas e, consequentemente, causarem prejuízos na produção. Se não for feito isto, há grandes probabilidades do produtor aplicar fertilizantes em excesso ou a menos, o que, além dos prejuízos para o solo e planta, será um desperdício de
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Cálcular Dose de Gesso Agrícola para Corrigir Sodicidade

quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Atributos Diagnósticos de alguns Solos
Ëutrico - aquele que apresenta pH ≥ 5,7 e soma de bases (SB) ≥ 2,0 cmolc/dm³.
Ácrico - quando a Retenção de Cátion (RC) é menor que 1,5 comolc/kg de solo. A fórmula para calcular é a seguinte:
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Cálculo da RAS Avalia Qualidade da Água de Irrigação
Os sais contidos na água de irrigação têm efeito nas características físicas e químicas dos solos. Dependendo da concentração destes sais, eles têm influência na capacidade produtiva do solo. O problema é maior, com prejuízos à agricultura, quando estes sais se concentram na região de desenvolvimento do sistema radicular das plantas. Os sais encontrados na água de irrigação são
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Converter cmolc de K, Ca, Mg e Na em mg/dm³ e kg/ha
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A transformação de unidades, na interpretação da análise do solo, ainda gera muitas dúvidas entre os nossos leitores. Já apresentamos artigos que explicam as transformações de cmolc/dm³ em mg/dm³ e kg/ha. Claro que apresentamos os exercícios dando o K como exemplo. Mostramos, através do exercício com o cátion K. o caminho para transformar o Ca, Mg, em cmolc/dm³, em mg/dm³, só que não fizemos a conclusão do exercício para
A transformação de unidades, na interpretação da análise do solo, ainda gera muitas dúvidas entre os nossos leitores. Já apresentamos artigos que explicam as transformações de cmolc/dm³ em mg/dm³ e kg/ha. Claro que apresentamos os exercícios dando o K como exemplo. Mostramos, através do exercício com o cátion K. o caminho para transformar o Ca, Mg, em cmolc/dm³, em mg/dm³, só que não fizemos a conclusão do exercício para
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Adubação Antecipada da Soja com P e K
A necessidade de aplicar grandes quantidades de fertilizantes implica em atrasos durante a semeadura podendo provocar quedas na produtividade da soja. Tudo por causa do número e tempo de abastecimento da semeadora. A antecipação da adubação é uma alternativa para evitar estes problemas. Esta prática vem ganhando espaço na agricultura brasileira, entre os plantadores de soja. Mas não é qualquer solo que se presta para
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Recomendação de Adubação PK pela Análise do Solo
INTERPRETAÇÃO DA ANÁLISE DO SOLO (10)

quarta-feira, 18 de julho de 2012
Escolha do Calcário para Saturar Ca e Mg pela Análise do Solo
INTERPRETAÇÃO DA ANÁLISE DO SOLO (9)

quinta-feira, 12 de julho de 2012
Relação Ca/Mg na Análise do Solo
Interpretação da Análise do Solo (8)
Muitos autores determinam que a relação Ca/Mg ideal deve estar entre 3:1 e 4:1 para um bom desenvolvimento das plantas e atingir alta produtividade. Algumas plantas toleram relação Ca/Mg mais alta. Nas três amostras que estamos estudando na série "Interpretação da Análise do Solo" apresentam valores de Ca/Mg muito baixo, a nível do pH natural do solo. Para otimizar esta relação, lançamos mão da calagem, pois esta prática adiciona cálcio e
terça-feira, 10 de julho de 2012
Percentagem Saturação dos Cátions Básicos na Análise do Solo
Interpretação da Análise do Solo (7)
Alguns autores estipulam o nível crítico de Ca + Mg de 2,0 cmolc/dm³ ou 20 mmolc/dm³. Este valor é considerado baixo. De 2 a 4 cmolc/dm³ é médio e mais de 4,0 cmolc/dm³ é considerado alto. As amostras 1, 2 e 3, da análise hipotética que estamos utilizando como recursos para explicar a "Interpretação da Análise do Solo", mostram os seguintes valores de Ca
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Necessidade de Calagem pela Análise do Solo
Interpretação da análise do solo (6)
No artigo anterior "Percentagem de Saturação (V%) na Análise do Solo" da série Interpretação da análise do solo, foi calculado o V% das amostras 1, 2 e 3 (objeto de estudo desta série). Para o leitor acompanhar o raciocínio abaixo é necessário a leitura deste artigo.
Percentagem de Saturação por bases (V%) na análise do solo - Interpretação da análise do solo (5)
Podemos, agora, calcular a necessidade de calagem para as três
terça-feira, 3 de julho de 2012
Percentagem de Saturação por Bases (V%) na Análise do Solo
Interpretação da Análise do Solo (5)
Em postagens anteriores, abordamos assuntos relacionados ao PH do solo, argila e matéria orgânica, Cátions básicos e CTC's, Acidez trocável, acidez não trocável e percentagem de saturação por alumínio. Estamos aptos a entrar num novo assunto, ou seja, percentagem de saturação por bases (V%), muito utilizada, em alguns Estados, para cálculo da necessidade de calagem. O conhecimento da percentagem de saturação
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Cátions Ácidos e Saturação por Alumínio na Análise do Solo
Interpretação da Análise do Solo (4)
A acidez ativa vem a ser a concentração de H+ na solução do solo. É indicada pelo pH do solo. A acidez trocável é formada mais pelo o Al³+ adsorvido nos coloides minerais ou orgânicos, pois o H+ aparece em pequena quantidade. A acidez não trocável é representada pelo H+ em ligação covalente com as frações orgânicas e minerais do solo (húmus e óxidos e hidróxidos de ferro e alumínio. Ela nos dá uma estimativa de cargas negativas que podem ser liberadas a pH7,0. A acidez potencial ou
terça-feira, 26 de junho de 2012
Cátions Trocáveis e CTC's na Análise do Solo
Interpretação da Análise do Solo (3)
Um solo tem condições ideais para o desenvolvimento das plantas se a CTC é ocupada por cátions trocáveis, ou seja, K+, Ca²+, Mg²+ e Na+. O sódio (Na+) por estar presente, geralmente, em pequenas quantidades não é levado em consideração. A não ser em solo sódico. Porém, se a CTC está ocupada, em grande parte, por H+ e Al³+, podemos dizer que este solo é pobre e não tem condições de disponibilizar nutrientes para as plantas. Um
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Argila e Matéria Orgânica na Análise do Solo
Interpretação da análise do solo (2)
Alguns laboratórios indicam, no resultado da análise, o teor de carbono (C). Para se encontrar o teor de matéria orgânica multiplica-se o valor de C por 1,724. A matéria orgânica dá uma estimativa da quantidade de nitrogênio do solo. Para se estimar a quantidade de N oriunda da matéria orgânica basta dividir seu teor por 20. Por exemplo: um solo possui 1,3% de C. Então: 1,3 x 1,724 = 2,24% de matéria orgânica, ou 2,24 dag/kg ou 22,4 g/kg. Com
terça-feira, 19 de junho de 2012
O pH na Análise do Solo
Interpretação da Análise do Solo (1)
O solo é considerado ácido quando possui muitos íons H+ (acidez ativa). Conhecendo-se a concentração de H+ na solução do solo pode-se calcular a CTC a pH 7,0 que junto com a percentagem de saturação por bases (V%) indica a necessidade de calagem. Nesta situação, há uma pobreza de cátions básicos trocáveis que estão adsorvidos nos coloides do solo. Um solo ácido, portanto, possui pobreza de nutrientes, alto teor de Al tóxico, excesso de Mn, alta deficiência de P e de alguns nutrientes. Existem vários
quinta-feira, 14 de junho de 2012
O Manejo do Método V% para Cálculo da Calagem
Devido as condições de acidez dos solos brasileiros e a resposta das culturas em produtividade à aplicação do calcário, houve um avanço muito grande na adoção da prática da calagem. Hoje, não se pode pensar em maior produção sem a neutralização da acidez do solo. Num solo corrigido, os nutrientes apresentam melhor disponibilidade e são melhores absorvidos pelas plantas. Na faixa de pH 6,0 a 7,0 há uma melhor disponibilidade dos
terça-feira, 12 de junho de 2012
Substituindo Parte do Calcário pelo Gesso Agrícola

quinta-feira, 7 de junho de 2012
Fosfato Natural Reativo, Pó ou Farelado?
O fosfato natural reativo (FNR) de Gafsa - Tunísia, foi muito comercializado na década de 70 a início da de 90 na forma finamente moído. O produto bruto era importado da África do Norte e, na indústria, era submetido a uma micropulverização que o transformava num pó muito fino. Nesta época, o fosfato natural era comercializado nesta forma de pó e a legislação preconizava que 85% das partículas deveriam passar numa peneira com abertura de malha de 0,074 mm (ABNT 200). O FNR de Gafsa, quando pó, passava 90% na peneira com abertura de malha de 0,050 mm. Esta
terça-feira, 5 de junho de 2012
Cobertura Nitrogenada no Espigamento Aumenta Produtividade do Trigo
Na região de Passo Fundo/RS um manejo diferenciado na lavoura de trigo foi o suficiente para aumentar a produtividade em 15%. A técnica diferenciada consistiu em realizar mais uma adubação nitrogenada de cobertura no trigo na fase de espigamento. As recomendações de nitrogênio para a lavoura de trigo são de uma aplicação de 15 a 20 kg/ha de N na semeadura e o restante da adubação nitrogenada, de acordo com o teor de matéria orgânica no solo, feita entre os estádios de afilhamento e de alongamento. Este período é de
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Adubação Nitrogenada do Milho em Função da Palhada e do Solo

terça-feira, 29 de maio de 2012
Adubação de Pastagens com Fosfato Natural Reativo
Existem diferenças acentuadas entre os solos brasileiros destinados à exploração de pastagens. A baixa fertilidade dos solos é a característica predominante. Isto acarreta problemas sérios quando se deseja obter pastagens de qualidade. Sem melhoria da fertilidade é impossível conseguir bons resultados no manejo das pastagens, para garantir alimento aos animais que traduzirão em produção de carne e leite. As plantas forrageiras possuem um grupo muito grande de espécies, com ciclos anual, bienal ou
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Importância da Calagem nas Áreas de Pastagens

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